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Planilha Básica para Investimento em Ações

Para um melhor desempenho do investidor em ações na Bolsa de Valores é primordial saber se está ganhando ou perdendo dinheiro e, para is...

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

As 100 Melhores Fontes de Todos os Tempos



Há algum tempo, mas nem por isso desatualizado, o FontShop Berlin selecionou as 100 melhores fontes tipográficas de todos os tempos.
A publicação alemã classificou as fontes seguindo alguns critérios, tais como número de vendas, valor histórico e qualidade estética.
É certo que sentirá falta de algumas fontes populares como Arial e Georgia, minha favorita, mas a seleção constituiu exclusivamente em fontes licenciadas ou comerciais. Fontes gratuitas ou de sistema operacional não foram consideradas. Acesse o E-book, em alemão, o site, em inglês, ou veja abaixo a lista em classificada. Parabéns Helvética!


1. Helvetica | Max Miedinger - 1957


2. Garamond | Claude Garamond - 1530




3. Frutiger | Adrian Frutiger - 1977




4. Bodoni | Giambattista Bodoni - 1790




5. Futura | Paul Renner - 1927




6. Times New Roman | Stanley Morison - 1931




7. Akzidenz Grotesk | Günter Gerhard Lange - 1966




8. Officina Sans & Serif | Erik Spiekermann - 1990




9. Gill Sans | Eric Gill - 1930




10. Univers | Adrian Frutiger - 1954




11. Optima | Hermann Zapf - 1954




12. Franklin Gothic | Morris Fuller Benton - 1903




13. Bembo | Francesco Griffo - 1496




14. Interstate | Tobias Frere-Jones - 1993


15. Thesis | Lucas de Groot - 1994




16. Rockwell | Frank H. Pierpont - 1934




17. Walbaum | Justus Walbaum - 1800


18. Meta | Erik Spiekermann - 1991




19. Trinité | Bram De Does - 1982


20. Din |Ludwig Goller - 1926




21. Matrix | Zuzana Licko - 1986




22. OCR | American Type Founders - 1965


23. Avant Garde | Herb Lubalin - 1968


24. Lucida | Chris Holmes / Charles Bigelow - 1985




25. Sabon | Jan Tschichold - 1964


26. Zapfino | Hermann Zapf - 1998




27. Letter Gothic | Roger Roberson - 1956


28. Stone | Summer Stone - 1987




29. Arnhem | Fred Smeijers - 1998


30. Minion | Robert Slimbach - 1990




31. Myriad | Twombly & Slimbach - 1992


32. Rotis | Olt Aicher - 1988
33. Eurostile | Aldo Novarese - 1962


34. Scala  | Martin Majoor - 1991


35. Syntax | Hans Eduard Meier - 1968




36. Joanna | Eric Gill - 1930


37. Fleishmann | Erhard Kaiser - 1997




38. Palatino | Hermann Zapf - 1950


39. Baskerville | John Baskerville - 1754




40. Fedra | Peter Bil'ak - 2002




41. Gotham | Tobias Frere-Jones - 2000




42. Lexicon | Bram De Does - 1992


43. Hands | Letterror - 1991




44. Metro | W. A. Dwiggins - 1929
45. Didot | Firmin Didot - 1799


46. Formata | Bernd M llenst dt - 1984


47. Caslon | William Caslon - 1725


48. Cooper Black | Oswald B. Cooper - 1920


49. Peignot | A. M. Cassandre - 1937


50. Bell Gothic | Chauncey H. Griffith - 1938


51. Antique Olive | Roger Excoffon - 1962


52. Wilhelm Klngspor Gotisch | Rudolf Koch - 1926


53. Info | Erik Spiekermann - 1996


54. Dax | Hans Reichel - 1995


55. Proforma | Petr van Blokland - 1988


56. Today Sans | Volker K ster - 1988


57. Prokyon | Erhard Kaiser - 2002


58. Trade Gothic | Jackson Burke - 1948


59. Swift | Gerald Unger - 1987


60. Copperplate Gothic | Frederic W. Goudy - 1901


61. Blur | Neville Brody - 1992


62. Base | Zuzana Licko - 1995
63. Bell Centennial | Matthew Carter - 1978


64. News Gothic | Morris Fuller Benton - 1908


65. Avenir | Adrian Frutiger - 1988


66. Bernhard Modern | Lucian Bernhard - 1937


67. Amplitude | Christian Schwartz - 2003




68. Trixie | Erik van Blokland - 1991


69. Quadraat | Fred Smeijers - 1992


70. Neutraface | Christian Schwartz - 2002


71. Nobel | Sjoerd de Roos - 1929


72. Industria | Neville Brody - 1990


73. Bickham Script | Richard Lipton - 1997


74. Bank Gothic | Morris Fuller Benton - 1930


75. Corporate ASE | Kurt Weidemann - 1989


76. Fago | Ole Schafer - 2000


77. Trajan | Carol Twombly - 1989


78. Kabel | Rudolf Koch - 1927


79. House Gothic 23 | Tal Leming - 1995




80. Kosmik | Letterror - 1993




81. Caecilia | Peter Matthias Noordzij - 1990


82. Mrs Eaves | Zuzana Licko - 1996




83. Corpid | Lucas de Groot - 1997




84. Miller | Matthew Carter - 1997


85. Souvenir | Morris Fuller Benton - 1914




86. Instant Types | Just van Rossum - 1992




87. Clarendon | Benjamin Fox - 1845


88. Triplex | Zuzana Licko - 1989


89. Benguiat | Ed Benguiat - 1989


90. Zapf Renaissance  | Hermann Zapf - 1984


91. Filosofia | Zuzana Licko - 1996




92. Chalet | House Industries - 1996


93. Quay Sans | David Quay - 1990


94. Cezanne  | Michael Want, James Grieshaber - 1995


95. Reporter | Carlos Winkow - 1938




96. Legacy | Ronald Arnholm - 1992




97. Agenda | Greg Thompson - 1993


98. Bello | Underware - 2004




99. Dalliance | Frank Heine - 2000




100. Mistral | Roger Excoffon - 1953



terça-feira, 1 de setembro de 2015

Fechamento de Agosto da Planilha Básica de Investimentos em Ações





A carteira teve uma forte desvalorização de 16,30% no mês de agosto, está perdendo para o IPCA e ficou no vermelho. O único consolo é que ainda está ganhando do Ibovespa.




Foram aportados mais dois salários mínimos, R$ 1.576,00, e adquiridas mais 45 ações da BBAS3 e 91 ações da PETR4.

Proventos Recebidos no mês:

BBDC4: R$ 0,70 JCP.

Mesmo com a desvalorização, a carteira está vencendo o Ibovespa em 2,55%.

Esta carteira de ações é fictícia e tem objetivo de estudar o desempenho de um investimento a longo prazo que busca manter percentual mínimo determinado para cada ação como forma de diversificação.

Saiba mais sobre a Planilha Básica para Investimento em Ações.

Veja também:

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Ibovespa

A queda das ações nas bolsas asiáticas causaram um enorme pânico nas bolsas globais. No Brasil, o Ibovespa, que já não andava com um bom desempenho, afundou de vez e retornou ao menor fechamento de abril de 2009.

Diante desse cenário negativo, muitos analistas acreditam que ainda não chegamos ao fundo do poço.

Ocorre que o Ibovespa abaixo dos 45.000 pontos está tão ruim quanto o do fundo de 27 de outubro de 2008.

Observe que em 27 de outubro de 2008 o Ibovespa fechou em 29.435 pontos. Se atualizarmos esse valor pelo INPC do período, 52,19%, teríamos 44.796,23. 

Assim, penso, o fechamento de 24 de agosto de 2015 em 44.336 deixou o índice da BM&FBOVESPA ainda mais barato que o do fechamento de 2008.

Se fizermos uma comparação com o Ibovespa dolarizado o resultado não é diferente, senão vejamos. Em 27 de outubro de 2008 o dólar fechou em R$ 2,38 e em 24 agosto de 15 em R$ 3,55. 

Dessa forma, o Ibovespa de outubro de 2008 (29.435) correspondia a U$ 12.890,30 e o de 24 agosto de 2015 (44.796) a U$ 12.613,26. Os valores estão muito próximos, com perda de 2,19% deste último.

Por fim, penso que o Ibovespa abaixo de 44.800 pontos estaria mais barato que o de 29.435 de 27 de outubro de 2008, mas, quando se trata de mercado financeiro, nada é tão ruim que não possa piorar.

Para isso, basta que os indicadores econômicos e a crise política do Brasil se agravem para nos depararmos com dias piores.

Que Deus salve a América! Afinal, também samos americanos. Quer dizer, do Sul, mas americanos.

domingo, 2 de agosto de 2015

Fechamento de Julho da Planilha Básica de Investimentos em Ações




A carteira teve uma desvalorização de 12,69% no mês de julho, mas ainda acumula rendimento positivo de 10%.





Foram aportados mais dois salários mínimos, R$ 1.576,00, e adquiridas mais 67 ações da BVMF3 e 71 ações da PETR4.

Proventos Recebidos no mês:

BBDC4: R$ 7,03 dividendos e R$ 0,70 JCP.

Mesmo com a desvalorização, a carteira está vencendo o Ibovespa em 10,31%.

Esta carteira de ações é fictícia e tem objetivo de estudar o desempenho de um investimento a longo prazo que busca manter percentual mínimo determinado para cada ação como forma de diversificação.

Saiba mais sobre a Planilha Básica para Investimento em Ações.

Veja também:

quinta-feira, 30 de julho de 2015

APESAR DA CRISE



Um  post no facebook do crítico de cinema Pablo Villaça sobre a forma tendenciosa em que a imprensa mancheteia uma boa notícia viralizou nas redes sociais.
Leia o texto abaixo.
APESAR DA CRISE

Eu fico realmente impressionado ao perceber como os colunistas políticos da grande mídia sentem prazer em pintar o país em cores sombrias: tudo está sempre “terrível”, “desesperador”, “desalentador”. Nunca estivemos “tão mal” ou numa crise “tão grande”.
Em primeiro lugar, é preciso perguntar: estes colunistas não viveram os anos 90?! Mas, mesmo que não tenham vivido e realmente acreditem que “crise” é o que o Brasil enfrenta hoje, outra indagação se faz necessária: não lêem as informações que seus próprios jornais publicam, mesmo que escondidas em pequenas notas no meio dos cadernos?
Vejamos: a safra agrícola é recordista, o setor automobilístico tem imensas filas de espera por produtos, os supermercados seguem aumentando lucros, a estimativa de ganhos da Ambev para 2015 é 14,5% maior do que o de 2014, os aeroportos estão lotados e as cidades turísticas têm atraído número colossal de visitantes. Passem diante dos melhores bares e restaurantes de sua cidade no fim de semana e perceberá que seguem lotados.
Aliás, isto é sintomático: quando um país se encontra realmente em crise econômica, as primeiras indústrias que sofrem são as de entretenimento. Sempre. Famílias com o bolso vazio não gastam com supérfluos – e o entretenimento não consegue competir com a necessidade de economizar para gastos em supermercado, escola, saúde, água, luz, etc.
Portanto, é revelador notar, por exemplo, como os cinemas brasileiros estão tendo seu melhor ano desde 2011. Público recorde. “Apesar da crise”. A venda de livros aumentou 7% no primeiro semestre. “Apesar da crise”.
Uma “crise” que, no entanto, não dissuadiu a China de anunciar investimentos de mais de 60 bilhões no mercado brasileiro – porque, claro, os chineses são conhecidos por investir em maus negócios, certo? Foi isto que os tornou uma potência econômica, afinal de contas. Não?
Se banissem a expressão “apesar da crise” do jornalismo brasileiro, a mídia não teria mais o que publicar. Faça uma rápida pesquisa no Google pela expressão “apesar da crise”: quase 400 mil resultados.
“Apesar da crise, cenário de investimentos no Brasil é promissor para 2015.”
“Cinemas do país têm maior crescimento em 4 anos apesar da crise”
“Apesar da crise, organização da Flip soube driblar os contratempos: mesas estiveram sempre lotadas”
“Apesar da crise, produção de batatas atrai investimentos em Minas”
“Apesar da crise, vendas da Toyota crescem 3% no primeiro semestre”
“Apesar da crise, Riachuelo vai inaugurar mais 40 lojas em 2015″
“Apesar da crise, fabricantes de máquinas agrícolas estão otimistas para 2015″
“Apesar da crise, Rock in Rio conseguiu licenciar 643 produtos – o recorde histórico do festival.”
“Honda tem fila de espera por carros e paga hora extra para produzir mais apesar da crise,”
“16º Exposerra: Apesar da crise, hotéis estão lotados;”
“Apesar da crise, brasileiros pretendem fazer mais viagens internacionais”
“Apesar da crise, Piauí registra crescimento na abertura de empresas”
Apesar da crise. Apesar da crise. Apesar da crise.
A crise que nós vivemos no país é a de falta de caráter do jornalismo brasileiro.
Uma coisa é dizer que o país está em situação maravilhosa, pois não está; outra é inventar um caos que não corresponde à realidade. A verdade, como de hábito, reside no meio do caminho: o país enfrenta problemas sérios, mas está longe de viver “em crise”. E certamente teria mais facilidade para evitá-la caso a mídia em peso não insistisse em semear o pânico na mente da população – o que, aí, sim, tem potencial de provocar uma crise real.
Que é, afinal, o que eles querem. Porque nos momentos de verdadeira crise econômica, os mais abastados permanecem confortáveis – no máximo cortam uma viagem extra à Europa. Já da classe média para baixo, as consequências são devastadoras, criando um quadro no qual, em desespero, a população poderá tender a acreditar que a solução será devolver ao poder aqueles mesmos que encabeçaram a verdadeira crise dos anos 90. Uma “crise” neoliberal que sufocou os miseráveis, mas enriqueceu ainda mais os poderosos.
E quando nos damos conta disso, percebemos por que os colunistas políticos insistem tanto em pintar um retrato tão sombrio do país. Porque estão escrevendo as palavras desejadas pelas corporações que os empregam.
Como eu disse, a crise é de caráter. E, infelizmente, este não é vendido nas prateleiras dos supermercados.